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Brasil apresenta na Alemanha plano de inovação para fortalecer o SUS e ampliar acesso a medicamentos

Pesquisa 365 por Pesquisa 365
6 de março de 2026
em Saúde
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Brasil apresenta na Alemanha plano de inovação para fortalecer o SUS e ampliar acesso a medicamentos
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O Brasil levou à Alemanha sua estratégia de inovação em saúde pública como parte de um esforço para fortalecer o Sistema Único de Saúde. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou nesta segunda-feira, 2 de março, do fórum internacional Regulation & Investment – Frankfurt 2026, realizado na Goethe-Universität Frankfurt am Main, na Alemanha. O evento integra a agenda do Dinter, Diálogos Intercontinentais, voltada ao intercâmbio institucional entre Brasil e Europa.

Durante o encontro, o ministro apresentou diretrizes adotadas pelo governo federal para ampliar o acesso a medicamentos, incorporar novas tecnologias ao SUS e fortalecer o Complexo Econômico-Industrial da Saúde, conhecido como CEIS. A estratégia combina parcerias internacionais, estímulo à produção nacional e investimentos em inovação como forma de garantir sustentabilidade ao sistema público.

“No Brasil do presidente Lula, a saúde não é tratada como despesa fiscal, mas como uma agenda estratégica de desenvolvimento econômico e social. É um setor que mobiliza investimentos intensivos em tecnologia, gera empregos qualificados e estimula cadeias produtivas complexas em todo o território nacional”, afirmou Padilha.

Segundo o ministro, a ampliação da inovação no SUS deve produzir efeitos econômicos e assistenciais. “Investir em inovação não é apenas uma escolha tecnológica. É uma estratégia econômica que reduz custos futuros associados a tratamentos tardios e hospitalizações complexas”, reforçou.

O diretor-executivo da OS Pró-Saúde, Padre Wagner Augusto Portugal, analisou as perspectivas para o setor de saúde no Brasil em 2026 e destacou o marco legal da pesquisa clínica, inovação industrial, entre outros. Saiba mais clicando aqui.

Parcerias e produção nacional

Entre os instrumentos citados está o modelo das Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo, as chamadas PDPs. Elas envolvem articulação com instituições públicas e estratégicas como a Fiocruz, o Instituto Nacional de Câncer e o Grupo Hospitalar Conceição. A proposta é internalizar tecnologias consideradas prioritárias e ampliar a produção nacional de medicamentos, vacinas e insumos.

O fortalecimento do CEIS aparece como eixo central dessa política. A lógica apresentada é reduzir dependências externas, ampliar a capacidade industrial instalada no país e integrar saúde e desenvolvimento econômico. A agenda ganhou força nos últimos anos, em meio à necessidade de maior autonomia produtiva em insumos estratégicos.

Padilha também mencionou o papel do Brasil na cooperação internacional em saúde, com destaque para a liderança brasileira na criação da Coalizão Global para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo. A iniciativa busca ampliar a capacidade produtiva em diferentes regiões e promover maior equilíbrio no acesso a tecnologias e medicamentos.

“Sustentabilidade em saúde não significa gastar menos — significa investir melhor, com foco no valor social e econômico gerado para a população. Ao tratar a saúde como agenda de desenvolvimento, o Brasil reafirma seu compromisso com sistemas mais resilientes, inovadores e equitativos”, concluiu o ministro.

Hospitais inteligentes e uso de inteligência artificial

Além da participação no fórum, o ministro visitou o Hospital de Alta Tecnologia da Fresenius Helios, referência internacional em hospital inteligente. A agenda incluiu a apresentação de soluções digitais, sistemas de monitoramento e modelos de integração tecnológica voltados à eficiência hospitalar.

A visita teve como objetivo avaliar possibilidades de cooperação e conhecer experiências que possam ser incorporadas ao SUS. O governo brasileiro trabalha na criação da Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes, iniciativa desenvolvida pelo Ministério da Saúde em parceria com a Universidade de São Paulo, além de estados e municípios.

O projeto integra o programa Agora Tem Especialistas, do governo federal, que busca reduzir o tempo de espera por consultas, exames e procedimentos especializados no SUS. A proposta é utilizar ferramentas digitais, inteligência artificial e sistemas integrados para organizar fluxos assistenciais e ampliar a eficiência das unidades.

“Estamos construindo, além disso, uma rede de hospitais e serviços inteligentes em todas as regiões do país, com financiamento do Banco dos BRICS e do governo brasileiro. Entre eles, está previsto um hospital de urgência e emergência que será o primeiro do Brasil 100% inteligente, em parceria com a universidade e o governo do estado de São Paulo. Serão serviços de saúde com uso intensivo de Inteligência Artificial e com integração entre usuários, serviços e equipamentos”, explicou o ministro.

A implantação inicial da rede está prevista para 13 estados: Manaus, Belém, Salvador, Teresina, Fortaleza, Recife, Dourados, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. O foco inicial inclui unidades de terapia intensiva e a criação de um hospital de emergência totalmente inteligente, conectado por internet, com monitoramento digital de equipamentos, integração com ambulâncias e articulação com as redes locais de atenção à saúde.

Ao apresentar a estratégia na Alemanha, o governo brasileiro buscou sinalizar que a agenda de inovação no SUS está associada tanto à melhoria do atendimento quanto ao fortalecimento da base produtiva nacional. A aposta oficial é que tecnologia, produção interna e cooperação internacional possam caminhar juntas na reestruturação do sistema público de saúde.

Fonte: Governo Federal do Brasil
Foto: https://br.freepik.com/fotos-gratis/assortimento-de-elementos-de-natureza-morta-medica-em-vista-frontal_12412883.htm

Tags: Ministério da Saúde
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